Epah, Voltei! . . .
Ainda não a 100%, mas caminho para lá com toda a certeza ....
As imagens que hoje percorrem as redes sociais, a comunicação social, etc... cortam-me a respiração!
Digamos que não foi muito difícil dado as alergias e problemas respiratórios com que me encontro... :) mas...
Este é assunto sério, de facto!
Portanto vou tentar não ser engraçada!
Gás Sarín na Síria, mas está tudo parvo ou quê?!
Onde andam os defensores dos direitos humanos e todos aqueles que batem com a mão (salvo seja) no peito afirmando isto ou aquilo?!
Mas não somos todos muito bons e a favor da Paz?!
Deixem-me gargalhar um bocadinho...
Notas:
Vitimas do brutal bombardeamento sofreram asfixia, desmaios, vómitos, espuma na boca, etc..
Sintomas de químicos, pois claro!
Uso de agentes químicos?
Parte-me o coração aquelas crianças indefesas, porra!
Dói-me a alma...
Esta bosta (Gás Sarín) é como um pesticida, faz parte das armas químicas desenvolvidas durante a segunda guerra mundial e que só por acaso foram proíbidas...
Na sua forma pura, o Sarín é um líquido claro, incolor e insípido.
Conseguem imaginar como atua no vosso corpo este Gás???
Ora tentem lá comigo:
Ataca-vos as glândulas e os músculos... (sentem?)
Envenena-vos bem devagarinho... (dói?)
Problemas respiratórios surgem... (aflição?)
E por fim definham até à morte! (que tal?)
Bonito não é?
Conseguiram sentir nas vossas entranhas o sofrimento daquela gente?
Bando de assassinos sem escrúpulos...
Se inferno existir é lá que vão arder, seus.... !
Os Russos chamaram a "isto" Incidente!
Isto foi chacina mesmo, qual incidente?
O "Incidente" está a motivar uma forte reação Internacional e os EUA, ameaçaram reagir unilateralmente, se a ONU nada fizer sobre a Síria.
O uso desta arma é proibida, portanto classifica-se o sucedido como crime de Guerra!
O regime Assad já admitiu em tempos possuir Gás Sarín, prometeu também destruir o seu Stock, mas não cumpriu, pois claro!
Não há margem para ilusões!!
Rússia e EUA têm interesses na região, mas foi cometida claramente uma enorme transgressão por Assad.
Portanto têm de haver consequências!!
Assad é um tirano, assassino na Síria, já antes da Guerra matava e torturava a seu belo prazer..
E continua a fazê-lo, o facto de alguns dos seus opositores serem tão maus ou piores do que ele, não o tornam melhor!
Este meu post hoje dispensa qualquer imagem...
Não vale a pena!
Guerras pelo Mundo!
Tudo será ultrapassado pelos que lá têm interesses e a Terra continua a girar... Só será relembrado nos media a tragédia daqui a um ano! Horrorizante!
ResponderExcluirMesmo Paulinha!!
ResponderExcluirDesenvolvimentos:
ResponderExcluirOs EUA lançaram esta madrugada um ataque em larga escala com mísseis de cruzeiro contra uma base na Síria. É a resposta de Washington, que acusam Damasco de ser responsável pelo ataque químico de terça-feira na província de Idlib. Moscovo já pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Síria condena, oposição aplaude
ResponderExcluirA Síria já condenou os ataques contra a base aérea com a televisão estatal a classificá-los como uma agressão. Também o governador da Província de Homs se mostrou indignado com os ataques que disse servirem os objetivos de grupos terroristas armados.
Em entrevista por telefone à televisão estatal da Síria, Talal Barazi garantiu que o líder sírio e a política síria não irão mudar por causa deste ataque. A oposição síria já aplaudiu o ataque norte americano à base aérea na Síria e pedem para que continue.
8h00: Ponto da situação
ResponderExcluirEUA atacam base aérea na Síria
Os EUA lançaram esta madrugada um ataque em larga escala com mísseis de cruzeiro contra uma base na Síria. Cinquenta e nove mísseis de cruzeiro “Tomahawk” foram disparados contra uma base aérea síria.
O ataque em larga escala mas com precisão foi feito a partir de dois navios da armada norte-americana estacionados no Mediterrâneo Oriental. Foi a primeira intervenção direta dos Estados Unidos em território sírio em mais de dez anos de guerra civil.
A marinha norte-americana disparou os mísseis "Tomahawk" contra a base SHAYRAT, de onde terão descolado os aviões do regime sírio que no início da semana lançaram um ataque alegadamente com armas químicas provocando a morte a 86 civis incluindo 30 crianças.
O presidente norte-americano Donald Trump tinha ameaçado na quinta-feira avançar isoladamente se as Nações Unidas não chegassem a um entendimento para condenar o regime de Bashar al-Assad, o único responsável pelo ataque químico, acusou o presidente norte-americano.
8h02: Rússia vê "agressão contra Estado soberano"
ResponderExcluirO Presidente russo Vladimir Putin considera que os ataques norte-americanos contra a Síria constituem uma “agressão contra um Estado soberano”. O Kremlin afirma ainda que esta intervenção vai provar “danos consideráveis” às relações entre Washington e Moscovo.
O porta-voz do Presidente russo informou os jornalistas que Vladimir Putin considera que este ataque “viola as normas do direito internacional” e se baseia em “pretextos inventados”. A Rússia é o principal aliado do regime sírio.
O Presidente russo "vê nos ataques uma intenção por parte dos Estados Unidos de desviar a atenção da comunidade internacional das múltiplas vítimas entre a população civil no Iraque", onde as tropas norte-americanas lideram uma operação militar contra o grupo extremista Estado Islâmico, acrescentou o porta-voz.
8h04: Oposição síria espera mais ataques
ResponderExcluirA oposição síria congratulou-se hoje com o ataque norte-americano contra um base militar e pediu a continuação dos bombardeamentos até à "neutralização da capacidade" do regime de lançar ataques, disse um porta-voz.
"A coligação da oposição saúda o ataque e pede a Washington que neutralize a capacidade de Assad realizar bombardeamentos", indicou à agência noticiosa France Presse Ahmad Ramadan.
"Esperamos que os ataques continuem", acrescentou.
Ramadan afirmou que "o aeroporto visado pelo ataque norte-americano era utilizado para matar sírios e está na origem da morte de milhares devido aos bombardeamentos".
8h16: Londres “apoia plenamente” ataques americanos na Síria
ResponderExcluirO Governo britânico apresenta o seu apoio ao ataque levado a cabo pelas forças norte-americanas na última madrugada.
Uma porta-voz de Downing Street indicou aos jornalistas que a ofensiva norte-anmericana é uma “resposta apropriada ao ataque bárbaro com armas químicas levado a cabo pelo regime Sírio.
Londres afirma ainda que está “determinada a impedir qualquer novo ataque” do regime de Bashar al-Assad.
8h36: China apela à calma
ResponderExcluirEm reação ao ataque desta madrugada, a porta-voz do Ministério chinês dos Negócios Estrangeiros apelou às várias partes envolvidas no conflito para que cheguem a um entendimento político.
Pequim apela à calma e ao diálogo de forma a evitar a deterioração da situação na Síria, mas condenou o uso de armas químicas, independentemente da situação.
"Opomo-nos ao uso de armas químicas por qualquer país, organização, ou indivíduo, seja qual forem as circunstâncias e objetivos", acrescentou a porta-voz Hua Chunying.
8h49: Irão condena "vigorosamente" o ataque
ResponderExcluirTal como Moscovo, Teerão é um dos aliados do regime de Bashar al-Assad na luta contra os rebeldes. Ao lado da Rússia, a República Islâmica condenou o bombardeamento levado a cabo pelos Estados Unidos.
"Condenamos vigorosamente qualquer ação unilateral e este ataque contra a base aérea de Al-Chaayrate, sob o pretexto de um suposto ataque químico", referiu um porta-voz do Ministério iraniano dos Negócios Estrangeiros.
Este ataque, reitera, "vai ajudar os grupos terroristas que estão em declínio e complicar mais uma vez a situação na síria e na região", acrescentou o responsável.
9h04: Rússia pede reunião de emergência do Conselho de Segurança
ResponderExcluirO ministro russo dos Negócios Estrangeiros pediu esta manhã uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas, na sequência da ação "imprudente" por parte dos Estados Unidos.
9h12: Turquia apela à criação de uma zona de exclusão aérea
ResponderExcluirO porta-voz do Presidente turco reforçou esta sexta-feira que será necessário impor "sem demora" uma zona de exclusão aérea e assegurar a segurança de regiões na Síria.
Sobre o ataque perpetrado pelos Estados Unidos, o responsável disse que se tratou de uma resposta contra os "crimes de guerra" cometidos pelo regime sírio.
"A destruição da base aérea de Sharyat é um passo muito importante para assegurar que os ataques químicos e convencionais contra a população não ficam impunes", acrescentou o porta-voz de Recep Tayyip Erdogan.
9h27: Visita do secretário de Estado norte-americano a Moscovo não será adiada
ResponderExcluirO responsável pelo comité de Assuntos Internacionais da Câmara Baixa do Parlamento russo referiu, em declarações à televisão russa, que a visita de Rex Tillerson a Moscovo, marcada para a próxima semana, deverá manter-se inalterada.
"Acho que esta situação não vai ter impacto na visita de Tillerson. Precisamos de voltar ao diálogo. Devemos dar as boas vindas a Tillerson, trocar visões e trazer algum bom senso a Washington. É muito melhor isso do que escondermo-nos atrás de muros", disse Leonid Slutsky, porta-voz de Sergey Lavrov.
9h42: Rússia suspende acordo com os EUA
ResponderExcluirContinuam as reações de Moscovo ao ataque na base aérea da Síria. Agora foi o ministro russo dos Negócios Estrangeiros a anunciar que o acordo com Washington para prevenir acidentes aéreos na Síria vai ser suspenso.
O acordo foi assinado em setembro de 2015, ainda durante a presidência de Obama, quando a Rússia decidiu lançar uma campanha aérea de apoio a Bashar al-Assad. Esse entendimento estabelecia que os dois países seriam obrigados a trocar informações sobre voos para evitar incidentes no espaço aéreo sírio.
9h48: Hollande e Merkel querem ação através da ONU
ResponderExcluirNum comunicado após conversa telefónica com a chanceler alemã, a Presidência francesa refere que a Alemanha e a França vão continuar os esforços de paz para a Síria no quadro das Nações Unidas.
A posição conjunta dos dois países é de que o Presidente sírio, Bashar al-Assad, é o "responsável único" por esta mudança na atuação norte-americana, uma vez que foi o regime sírio quem desencadeou o ataque com armas químicas contra civis.